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Cervejas de Bélgica

História da cerveja en Bélgica

A Bélgica é um dos países do mundo com a mais longa tradição cervejeira, que remonta ao início do século XII, quando as cervejeiras flamenga e francesa começaram a fabricar cerveja como forma de sustentar a sua economia. Foi só no século XVIII que a ordem trapista chegou à Bélgica, escapando ao anticlericalismo da Revolução Francesa. Note-se que o Trapista ou Trapista não é um estilo de cerveja, mas um selo de denominação de origem da ordem, e apenas 12 mosteiros em todo o mundo podem vender cerveja com esse nome, 6 deles na Bélgica: Rochefort, Orval, Westmalle, Westvleteren, Chimay e Achel. A fábrica de cerveja St. Bernardus fabrica cerveja com base na receita da St. Sixtus - Westvleteren, mas a sua licença expirou nos anos 90, pelo que já não podem vender o seu produto sob a denominação Trapista. As tradições trapistas e não trapistas deram origem a estilos como Abbey Dubbel, Abbey Tripel, ambos tendo Westmalle como pioneiros, Quadrupel, Belgian Ale ou Belgian Strong Ale. Outra escola com uma tradição secular na Bélgica é a Lámbica, característica da região sul de Bruxelas—Pajottenland, no vale do Senne. O estilo lámbico é endêmico desta região, pois depende da microflora presente neste vale. As cervejas lambicanas são espontaneamente fermentadas com leveduras selvagens, e depois misturadas entre tirades novas e envelhecidas—as Lámbicas Gueuze—ou com frutas—as Lámbicas de Frutas. Entre as cervejeiras lámbicas mais conhecidas estão Boon, Cantillon, Lindemans ou 3 Fonteinen.

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